Oxum é a água doce, o ouro e a beleza — a Orixá dos rios e da riqueza, cuja vaidade a tradição costuma tratar como um defeito encantador. Este Estudo lê essa vaidade de outro modo: como ferramenta.
Três mitos do capítulo de Oxum em Reginaldo Prandi são lidos em sequência: a dança que traz Ogum de volta à forja, quando a força de todos os outros Orixás havia fracassado; o ebó que ela leva ao Orum repartindo-o pelo caminho, até comover Olodumare e devolver a chuva; e o voo em que queima a própria beleza para salvar a Terra da seca. Depois, uma quarta história conta a vaidade pelo avesso — o que acontece quando ela deixa de ser instrumento e vira prisão. Cada história é citada pelo título exato da fonte. A abertura é aberta a todos; o estudo completo, com os patakís recontados e a leitura que os liga, é para assinantes.
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