Oyekun Meyi — Ọ̀yẹ̀kú Méjì na grafia yorubá — é o segundo dos dezesseis Meyis e, segundo a própria entrada do Tratado, o mais velho de todos os signos: teria nascido antes dos outros, sobrevivente do desastre de uma civilização anterior. É um Odu feminino, filho de duas mulheres — Oyantaro e Omiloshe —, e o seu oriki resume a condição humana em poucas palavras: Oyekun Yeku Mayeke, "somos compostos de vida e morte" (p. 366).
A entrada abre com uma declaração extraordinária: foi Oyekun Meyi quem revelou como Orunmila ensinou à humanidade a proteger-se da morte prematura (p. 349). Porque, no princípio, a Morte foi a única divindade que se alegrou com a criação do homem. Para ela, a nova criatura não era servo nem filho: era comida.
Este estudo reconta três patakís da entrada de Baba Oyekun (pp. 348–556): o segredo que afastou a Morte do corpo humano, a jícara deixada à porta que fez Ikú esquecer uma vingança, e o filho que se recusou a pagar as honras do pai — e aprendeu a que preço se paga o esquecimento. No caminho, os refranes do signo e a pergunta que atravessa tudo: se a morte não se vence, o que se faz com ela?
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